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FIAP · Fase 2 · Grupo 61

Um algoritmo genético para afinar o modelo

Algoritmo genético escrito do zero para ajustar os hiperparâmetros do modelo de diabetes, com painel de evolução e explicações geradas por LLM.

  • Python
  • algoritmo genético
  • Streamlit
  • OpenAI
  • Gradio
gerações até convergir
12
acurácia no teste
75,97%
validação cruzada
78,81%

O problema

O modelo da Fase 1 foi ajustado à mão. A Fase 2 pedia uma técnica de otimização inspirada na natureza para encontrar hiperparâmetros melhores de forma sistemática.

O que fizemos

  • Algoritmo genético do zero: população de configurações do Random Forest, seleção, cruzamento e mutação, sem biblioteca pronta.
  • Fitness que pune instabilidade: média da validação cruzada menos 0,1 vezes o desvio padrão. Um modelo bom só em algumas dobras perde pontos.
  • Painel Streamlit que acompanha a evolução das gerações ao vivo.
  • Explicação por LLM: um modelo da OpenAI transforma a previsão e os fatores de risco num texto em linguagem clínica.

Resultado

O melhor experimento convergiu em 12 gerações, com 75,97% de acurácia no teste e 78,81% na validação cruzada, contra 75,32% e 78,67% do modelo da Fase 1. O ganho é pequeno, e o relatório diz isso com todas as letras: a base é pequena e o teto do Random Forest nela está perto. O que mudou de verdade foi a estabilidade entre as dobras.

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